³⁰ E Jesus respondeu: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de salteadores, que o roubaram, espancaram e o deixaram quase morto. ³¹ Um sacerdote passou pelo mesmo caminho, viu-o, mas seguiu adiante. ³² Do mesmo modo, um levita chegou perto, olhou, mas também passou de largo. ³³ Porém, um samaritano que viajava aproximou-se, e ao vê-lo, encheu-se de compaixão. ³⁴ Cuidou das suas feridas, derramando azeite e vinho, colocou-o sobre seu animal e levou-o a uma hospedaria, onde continuou a cuidar dele. ³⁵ No dia seguinte, entregou dois denários ao hospedeiro e disse: “Cuida dele; e o que mais gastares, eu te pagarei quando voltar.” ³⁶ Então Jesus perguntou: “Qual destes três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?” (Lucas 10:30-36)
Estamos nos aproximando de mais um Natal. Não importa tanto discutir se o nascimento do Salvador ocorreu ou não em dezembro; o que realmente importa é o exemplo que Ele nos deixou. Nunca seremos perfeitos, mas temos diante de nós o modelo da perfeição.
Não quero falar sobre datas ou sobre perfeição, mas sobre santidade. Se a santidade me impede de tocar alguém considerado “impuro”, se não me permite descer do altar para ajudar, então não é santidade verdadeira. A verdadeira santidade nasce do amor ao próximo: fazer o bem sem olhar para a “impureza”, mas enchendo o coração de amor genuíno — aquele que nos permite enxergar a perfeição mesmo em meio à imperfeição.
Não se trata de estar puro apenas em termos cerimoniais, mas de ter a consciência limpa, transbordando amor e derramando-o sobre o próximo.
Neste Natal, seja amor. Transborde, derrame, encha tudo ao seu redor com amor.