A espera - o que passou

Onde você tem procurado?

A espera - onde você tem procuradoOnde temos procurado frutos? e que frutos temos procurado? Muitas vezes saímos a procura “daquela” paz, queremos deixar de lado nossas preocupações, as dividas, os problemas no relacionamento, a falta de colocação profissional etc. Nesta nossa procura encontramos diversas arvores, prontas a oferecer seus frutos, mas que frutos são estes? Se negam a Cristo são frutos bons? Se lhe colocam no centro de tudo, soberano de sua vida, são bons os seus frutos?

Você pode até me dizer, que foi um homem “iluminado” que lhe aconselhou, que lhe mostrou a verdade, que lhe mostrou o caminho.

Mas devemos sempre nos lembrar das palavras de Jesus Cristo

Mateus 7
15 Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.
16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?

De onde você esta colhendo frutos?

17 Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus.
18 Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons.
19 Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo.
20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Onde você tem construído seu abrigo?

24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.
26 Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.
27 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua queda.

Hoje pense bem nos passos que você deu até aqui, quais caminhos escolheu, que frutos esta colhendo? Quem sabe, ainda hoje encontrarás a verdadeira “PAZ”, quem sabe?

(Artigo publicado originalmente em 19/09/2011)